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Redução de pegadas de Carbono

As tecnologias de alimentos são essenciais para manter sistemas alimentares eficientes e capazes de garantir o abastecimento da população nas próximas décadas. A aplicação dessas tecnologias na produção industrial tem sido orientada por sistemas específicos de qualidade, segurança e sustentabilidade como, por exemplo, HACCP e as normas ISO. Entre os objetivos da aplicação destes sistemas de controle de manufatura, estão a segurança e qualidade dos alimentos produzidos, redução de perdas e resíduos, melhor aproveitamento das partes comestíveis dos alimentos, aproveitamento das partes não comestíveis para outras finalidades, redução das emissões de gases de efeito estufa, menor utilização de água nos processos, menor gasto de energia por alimento processado, entre outros. 

A redução das emissões de gases de efeito estufa na industrialização de alimentos tem recebido especial atenção no sentido de minimizar os impactos ambientais.

IMPORTANTE DESTACAR:

As metas de redução de emissões de gases de efeito estufa demonstram que indústria de alimentos tende a se tornar um dos elos mais eficientes e menos impactantes em todo o sistema alimentar.

Além da redução das emissões em suas unidades, as indústrias de alimentos e bebidas não alcoólicas têm realizados esforços para estimular a redução nas cadeias produtivas onde atuam.

EMPRESAS

COMPROMISSOS E REALIZAÇÕES 

Fontes

Barilla

  • Meta para 2020: Reduzir emissões de CO2 em 30%, para cada tonelada de produtos (Base: 2010).
  • Desde 2010: reduziu as emissões de gases de efeito estufa nas suas instalações industriais, em 24% para cada tonelada de massa alimentícia produzida; reduziu as emissões de CO2, em 82% para cada tonelada de produtos Wasa;
  • Desde 2013, reduziu as emissões de CO2, em 49% para cada tonelada de molhos e pestos produzidos.

Brf

  • Conforme sua estratégia de sustentabilidade e seu Programa de Mudanças Climáticas, investe para controlar as emissões de gases de efeito estufa nos diversos elos da cadeia de produção;
  • É membro do Programa Brasileiro GHG Protocol Program. Segue metodologia para calcular seu inventário de gases de efeito estufa e gerenciar as emissões de gases de efeito estufa em conformidade com a legislação de desempenho ambiental e às melhores práticas dos mercados.

Cargill

  • Desde 2000, trabalha para reduzir o impacto direto da empresa sobre o clima. Desenvolve ações para reduzir as emissões em nossas cadeias de fornecimento e aumentar a conscientização sobre o risco que as mudanças climáticas representam para os negócios da agricultura, para os meios de subsistência dos agricultores e para a segurança alimentar nos próximos anos, tais como: Food Chain Reaction, em parceria com World Wildlife Fund, Mars e Center for American Progress, desenvolveram uma simulação para testar o impacto da mudança climática no sistema global de alimentos; Risky Business, projeto nos Estados Unidos para desenvolver avaliações sólidas de riscos econômicos para responder aos impactos das mudanças climáticas; Emissões da cadeia de suprimentos: mapeamento (estágios iniciais ) das emissões da cadeia de suprimentos como um próximo passo necessário na redução de gases de efeito estufa do campo à mesa;
  • Metas para 2020: Reduzir a intensidade do gás do efeito estufa para 5% (Base: 2015); Melhorar a eficiência da energia em até 5% (Base: 2015); Aumentar a energia renovável para 18% do portfólio de energia (Atualmente, 14% das necessidades de energia são atendidos por meios renováveis);
  • Meta para 2025: reduzir as emissões de gases de efeito estufa em suas operações em pelo menos 10% (Base: 2017), em linha com os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU e com o Acordo de Paris.

Coca-Cola

• Meta para 2020: reduzir em 25% a pegada de carbono global, em comparação às emissões de 2010;

  • Em 2015: atingiu redução de 12% na pegada de carbono global, em comparação às emissões de 2010. Em 2016, 14%. Em 2017, 19% de redução. As emissões globais de fabricação em 2017 foram estimadas em 5,54 milhões de toneladas;
  • A Coca-Cola Brasil, em 2016, atingiu 18% de redução das emissões. De 2010 a 2016, houve diminuição de 36,2g de CO2 por litro de bebida;
  • Até 2017, o uso de embalagem PlantBottle (em 2017, distribuição de mais de 10,5 bilhões de embalagens) evitou mais de 430.000 toneladas métricas de emissões potenciais de dióxido de carbono, por terem menor pegada de carbono em comparação com emebalagens PET tradicionais.

Danone

  • Em 2015, o escopo completo das emissões de gases de efeito estufa relacionadas à Danone totalizou 24,7 milhões de toneladas, 62% das quais provenientes do escopo de responsabilidade compartilhada;
  • Desde 2007, reduziu a intensidade de emissões em 46%;
  • Meta para 2030: Ampliar esforços para o escopo de responsabilidade compartilhada, ou seja, incluindo a cadeia de valor, desenvolvendo alianças e a criação de soluções conjuntas, com fornecedores, agricultores, consumidores e comunidades, para reduzir as emissões em 50%;
  • Desde 2008, a Danone Brasil está engajada para reduzir as emissões diretas. A meta de 30% foi ultrapassada em 2012 no Brasil e, com o compromisso de reduzir 50% até 2020, a Danone Brasil alcançou 43% de redução até 2015.

Ferrero

  • Meta para 2020: reduzir emissões de CO2 das atividades de produção, em 40% (Base: 2007); Reduzir emissões de gases de efeito estufa (toneladas de CO2eq) das atividades de transporte e armazenagem, em 30% (Base: 2009);
  • Adota a abordagem de Life Cycle Thinking (LCT), que considera os impactos ambientais nas diferentes fases do ciclo de vida dos produtos;
  • No período 2016/2017 as emissões de CO2eq das atividades de produção, transporte e armazenagem foram equivalentes a 540.481 toneladas. As emissões referentes às atividades de responsabilidade indireta, tais como o cultivo e produção das matérias-primas agrícolas, representaram 5.344.735 de toneladas de CO2.

General Mills

  • Meta para 2025: Emissões em toda a cadeia de valor, 12,5 milhões de toneladas métricas de CO2 (redução de 28% em relação a 2010). Resultados obtidos: 2010: 17,30; 2016: 16,40; 2017: 15,40 (redução de 11% desde 2010);
  • Meta para 2050: 7,5 milhões de toneladas métricas de CO2 (redução de 41-72% em relação a 2010).
  • Meta para 2025: Emissões relacionadas ao processamento de produtos (mistura e cocção), 0,97 milhões de toneladas métricas de CO2. Resultados obtidos: 2010: 1,35; 2016: 1,39; 2017: 1,17 (redução de 13% desde 2010).
  • Meta para 2025: Emissões relacionadas à produção e transporte de materiais de embalagem, 1,22 milhões de toneladas métricas de CO2. Resultados obtidos: 2010: 1,69; 2016: 1,63; 2017: 1,50 (redução de 11% desde 2010).
  • Meta para 2025: Emissões relacionadas ao transporte de ingredientes para as fábricas e produtos para armazenagem, 0,80 milhões de toneladas métricas de CO2. Resultados obtidos: 2010: 1,11; 2016: 1,14; 2017: 0,96 (redução de 14% desde 2010).
  • Meta para 2025: Emissões relacionadas ao armazenamento no varejo e operações comerciais da empresa, 0,68 milhões de toneladas métricas de CO2. Resultados obtidos: 2010: 0,95; 2016: 1,03; 2017: 0,93 (redução de 2% desde 2010).
  • Meta para 2025: Emissões relacionadas às compras, preparação e consumo dos produtos pelos consumidores, 2,40 milhões de toneladas métricas de CO2. Resultados obtidos: 2010: 3,34; 2016: 3,29; 2017: 3,10 (redução de 7% desde 2010).
  • Meta para 2025: Emissões relacionadas à produção e transformação de matérias-primas pela agricultura, 6,39 milhões de toneladas métricas de CO2. Resultados obtidos: 2010: 8,88; 2016: 7,91; 2017: 7,76 (redução de 13% desde 2010).

Hershey

  • Meta para 2025: Reduzir a quantidade de emissões de CO2 em 25%.

JBS

  • Meta para 2020: Reduzir a quantidade de emissões de gases de efeito estufa em 14% (Pilgrim’s Pride Corporation/PPC).
  • Reconhecimento como indústria de alimentos sustentável no ranking da CDP (Driving Sustainable Economies).
  • JBS Global: Emissões de gases de efeito estufa (Escopo 1) em 2016: 6.084.483,08 tonCO2eq; em 2017: 6.051.350,26 tonCO2eq.
  • JBS Global: Emissões de gases de efeito estufa (Escopo 2) em 2016: 1.814.793,76 tonCO2eq; em 2017: 1.780.144,14 tonCO2eq.
  • JBS Global: Emissões de gases de efeito estufa (Escopo 3) em 2016: 627.850,78 tonCO2eq; em 2017: 593.089,12 tonCO2eq.

Kellogg

  • Meta para 2020: Reduzir a quantidade adicional de emissões de gases de efeito estufa em 15% (atingiu 11,4% em 2017).
  • Meta para 2020: Expandir o uso de energia de baixo carbono nas instalações fabris em 50% (Já atingida).
  • Meta para 2050: Reduzir a quantidade de emissões de gases de efeito estufa (Escopos 1 e 2) nas operações em 65% (atingiu 13,6% em 2017).
  • Meta para 2050: Estabelecer parcerias com os fornecedores diretos para ajudar na redução das emissões de Escopo 3 em 50% (Base: 2017).

KraftHeinz

  • Meta para 2020: Reduzir a pegada ambiental (emissões de gases de efeito estufa, energia, água e resíduos para aterro) em 15% (Base: 2015, por tonelada de produto);
  • Redução de emissões de gases de efeito estufa:  2015, 0,20 tonelada métrica de CO2; 2016, 0,19 tonelada métrica de CO2.

Mars

  • Meta para 2020: Reduzir as emissões de gases de efeito estufa das operações diretas, em 20% (Base: 2015);
  • Meta para 2025: Reduzir as emissões de gases de efeito estufa ao longo da cadeia de valor, em 27% (Base: 2015);
  • Meta para 2050: Reduzir as emissões de gases de efeito estufa ao longo da cadeia de valor, em 67% (Base: 2015).

Mondelez

  • Redução das emissões absolutas de CO2 na fabricação em 10%;
  • Meta: Reduzir as emissões absolutas de CO2 na fabricação em 15%.

Nestlé

  • Compromisso de reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEE) e usar mais energia renovável. Objetiva alcançar o status de impacto ambiental zero nas operações.
  • De 2007 a 2017, redução de 33,2% das emissões de gases de efeito estufa (Escopos 1 e 2), por tonelada de produto.
  • Continua a explorar opções de distribuição que reduzem as emissões. A Nestlé Waters converteu 8% da frota na Itália de diesel para veículos movidos a gás no início de 2017. A Nestlé Waters North America também está introduzindo combustíveis alternativos para reduzir sua pegada de carbono, trocando 595 de seus veículos de entrega ReadyRefresh para gás propano até outubro de 2017.
  • Meta para 2020: Reduzir as emissões de GEE (Escopo 1 e 2) por tonelada de produto em cada categoria de produto para alcançar uma redução geral de 35% em nossas operações de fabricação em relação a 2010 (Desde 2010, redução das emissões em 26,5% por tonelada de produto). Emissões de GEE nas operações de fábrica: Emissões diretas em milhões de toneladas de CO2eq: 2017, 3,5; 2016, 3,6; 2015, 3,7; Emissões diretas em kg de CO2eq por tonelada de produto: 2017, 64; 2016, 65; 2015, 69; Emissões indiretas em milhões de toneladas de CO2eq: 2017, 3,0; 2016, 3,5; 2015, 3,7; Emissões indiretas em kg de CO2eq por tonelada de produto: 2017, 54; 2016, 62; 2015, 68;
  • Meta para 2020: Reduzir as emissões de GEE em 10% nas operações de distribuição, em relação a 2014 (Desde 2014, redução das emissões em 4,3%). Emissões de GEE de transporte (estimativa de milhões de toneladas de CO2eq): 2016, 3,2; 2015, 3,2; 2014, 3,2. Economia Cumulativa de GEE, de 2011 a 2016 (por tonelada de produto despachada) com base em mudanças nos modos de transporte em comparação com 2011: 2016, 9%; 2015, 7%; 2014, 7%;
  •  Meta para 2020: Reduzir as emissões de GEE em 10% nos 100 principais armazéns utilizados, em relação a 2014 (Desde 2014, redução das emissões em 28,3%). Emissões enviadas através dos 100 armazéns principais em kg CO2eq por tonelada: 2017, 6,5; 2016, 8,0; 2015, 8,7;
  • Como membro da RE100, pretende adquirir 100% da eletricidade a partir de fontes renováveis, como solar, eólica e hidrelétrica, dentro do menor prazo possível. Atingiu cerca de 25,7% de eletricidade renovável em 2017. Em alguns mercados, como Alemanha, Reino Unido e Irlanda, Suíça, Hungria, República Tcheca, Polônia, Áustria, Itália e Brasil, obteve 100% de eletricidade renovável.
  • Cerca de 97% da energia necessária para a fábrica Nescafé Dolce Gusto, em Montes Claros, Brasil, são atendidas por meio de fontes renováveis. As poucas emissões de GEE remanescentes são compensadas através de projetos externos financiados através da compra de créditos de carbono;
  • Tem aumentado o uso de combustíveis renováveis, com algumas fábricas usando grãos de café como combustível renovável e outros usando aparas de madeira. A fábrica de engarrafamento da Henniez na Suíça reduziu pela metade suas emissões de CO2 desde que abriu uma usina de biogás. Este é alimentado por esterco de fazendas leiteiras locais, misturado com resíduos de café das nossas fábricas Nespresso e Nescafé nas proximidades.
  • Meta para 2020: Expandir o uso de refrigerantes naturais, que não prejudicam a camada de ozônio e têm um impacto insignificante na mudança climática, nos sistemas de refrigeração industrial (Em 2017, 58 novos sistemas de refrigeração utilizando refrigerantes naturais instalados);
  • 58 novos sistemas de refrigeração usando refrigerantes naturais instalados em 2017;
  • Meta para 2020: Todos os novos dispensadores de bebidas frias proprietárias da Nestlé Professional usarão refrigerantes naturais (projeto de P&D em andamento).

Pepsico

  • Meta para 2030 (Conforme plano Performance with Purpose): Reduzir as emissões absolutas de gases de efeito estufa na cadeia de valor, em pelo menos 20% (Meta validada pela Science Based Targets Initiative);
  • Em 2017, obteve redução das emissões de gases de efeito estufa (Escopos 1 e 2) em aproximadamente 2,2 milhões de toneladas métricas (Base: 2015), representando 11% da meta de redução para 2030; Obteve redução das emissões de gases de efeito estufa (Escopo 3, que representam aproximadamente 92% da pegada de carbono total) em aproximadamente 2,1 milhões de toneladas métricas (Base: 2015), representando 7% da meta de redução para 2030.

Unilever

  • Em 2017, obteve redução de 47% nas emissões dos processos fabris;
  • Meta para 2030: Reduzir à metade o impacto dos gases do efeito estufa ao longo do ciclo de vida;
  • Em 2017, o impacto de emissão de gases do efeito estufa por uso do consumidor aumentou cerca de 9% em relação a 2010.
  • Em 2017, as fábricas reduziram as emissões de CO2 causadas pelo consumo de energia em 47% por tonelada de produção em relação a 2008.
  • Desde 2010, o impacto dos gases do efeito estufa dos produtos aumentou em até 9%, inferior ao crescimento de vendas subjacente no mesmo período, de 33,1%;
  • Acima de 60% da emissão de gases do efeito estufa dos produtos está ligada ao uso pelo consumidor, sobretudo no aquecimento de água para banho;
  • Meta para 2020: as emissões de CO2 causadas pelo uso de energia nas fábricas corresponderão, no máximo, aos níveis de 2008, apesar do aumento significativo dos volumes de produção, representando uma redução de 63% por tonelada de produção (Base: 1995);
  • Em 2017, redução de 1.218.554 toneladas de CO2 emitidas pelo uso de energia (redução de 47% por tonelada de produção), (Base: 2008);
  • Meta para 2020: as emissões de CO2 na rede global de logística corresponderão, no máximo, aos níveis de 2010, apesar do aumento significativo dos volumes de produção, representando um aprimoramento de 40% na eficiência em emissões de CO2;
  • Em 2017, aprimoramento de 31% na eficiência em emissões de CO2 na rede global de logística (Base: 2010).