Logo - Alimentos Processados

Logo - Plataforma de Inovação Tecnológica do ITAL

MITO
A existência de alimentos ultraprocessados

X

FATO
NÃO existem alimentos ultraprocessados! Trata-se de definição que não se sustenta na ciência e tecnologia de alimentos nem na realidade do mercado.

Não existe tal definição no campo da ciência e tecnologia de alimentos

Essa definição não se sustenta à luz da ciência e tecnologia de alimentos, contradiz as normas e legislação vigentes e classifica os alimentos por meio de critérios sem fundamentos consistentes.

A definição foi criada por profissionais de outras áreas que não dominam a teoria e prática do processamento de alimentos. Esta classificação é condenada pela maioria das instituições da área de ciência e tecnologia de alimentos.

O uso dessa definição para afirmar que os alimentos industrializados são inadequados para consumo ignora o fato de que estes alimentos são aprovados pelas agências regulatórias governamentais, após rigorosa análise para comprovar sua eficácia e segurança para o consumo. Sendo assim, contradiz e confronta as determinações das agências regulatórias dos ministérios da Saúde e Agricultura e Abastecimento.

Os critérios usados para definir alimentos como sendo “ultraprocessados” não se sustentam na ciência e tecnologia de alimentos. As inconsistências dessa definição podem ser verificadas na análise destes critérios feita por profissionais capacitados.

Analise a inconsistência dos critérios utilizados para o termo "ultraprocessados":

Os tipos de alimentos classificados como “ultraprocessados” não atendem aos próprios critérios adotados na definição

A classificação especifica tipos genéricos de produtos os quais, na vida real, abrangem uma grande variedade de itens comercializados no mercado. As diferenças entre formas de processamento, composição e embalagem dos itens existentes em cada categoria demonstram a incapacidade da definição especificar quais itens seriam “ultraprocessados” com base nos critérios adotados.